Que dor, mano.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
Troço um olho por uma boca
Troco um sopro por uma roupa
Troco um ponteiro por um relógio
Pra marcar o tempo ao seu lado
Do guia espiritual de Ginsberg
Senhor Blake
A dualidade conexa entre o céu e o inferno
Se opõe ao erro da religião em proibir a energia do corpo
E exaltar somente a virtuosidade da alma.
Me acalento na calma de expandir o que vejo
Me acalento em saber que só você é o que desejo
Me livro desse peso sobre os ombros pra dar lugar ao vislumbre como de uma criança
Mas será que você ainda tem esperança?
Será que vê a beleza da insignificância no que garante a existência eterna de chances
Chances de sorrir e de sofrer, de chorar e de gozar.
Será que me vê sob este risco?
Será que seu peito é um abismo
No qual eu vou cair eternamente?
Troco um sopro por uma roupa
Troco um ponteiro por um relógio
Pra marcar o tempo ao seu lado
Do guia espiritual de Ginsberg
Senhor Blake
A dualidade conexa entre o céu e o inferno
Se opõe ao erro da religião em proibir a energia do corpo
E exaltar somente a virtuosidade da alma.
Me acalento na calma de expandir o que vejo
Me acalento em saber que só você é o que desejo
Me livro desse peso sobre os ombros pra dar lugar ao vislumbre como de uma criança
Mas será que você ainda tem esperança?
Será que vê a beleza da insignificância no que garante a existência eterna de chances
Chances de sorrir e de sofrer, de chorar e de gozar.
Será que me vê sob este risco?
Será que seu peito é um abismo
No qual eu vou cair eternamente?
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)